A advogada paulista Maria Henriqueta foi uma das responsáveis pela fundação da Unimed

A formação em Ciências Jurídicas e Sociais auxiliou muito na caminhada profissional da advogada paulista Maria Henriqueta de Magalhães. Mas a sua paixão, como ela mesma conta, é o cooperativismo. Quando, por acaso, ela teve o primeiro contato com o cooperativismo, a identificação com os princípios foi imediata e a paixão, inevitável!

henriqueta

Essa história de amor começou no início da sua carreira, quando Maria Henriqueta foi aprovada no concurso para o Instituto de Cooperativismo e Associativismo (ICA) da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo. Além de estar integrada no ambiente cooperativista, ela foi muito incentivada a estudar a filosofia do modelo de trabalho, o que proporcionou uma ótima bagagem teórica.

Mas como uma boa apaixonada, Maria Henriqueta não se acomodou naquela atividade. Decidiu começar a trabalhar em cooperativas para adquirir aquela vivência prática da qual ainda sentia falta. Primeiro, trabalhou como acionista e diretora de administração da Exímia S/A – Fundição e produção. Depois, ela se tornou conselheira fiscal da Frutesp S/A.

Tudo na vida são ciclos. Maria Henriqueta sentiu que mais um tinha se encerrado. A sua nova fase amorosa com o cooperativismo aconteceu com o início de uma cooperativa, do zero. Ela participou dos primeiros processos que resultariam na fundação da Unimed, que hoje é o maior sistema cooperativista de trabalho médico do mundo, além de ser a maior rede de assistência médica do Brasil.

Em entrevista para a revista Saber Cooperar, Maria Henriqueta finaliza falando sobre o que o cooperativismo significa na sua vida: “Vivenciei o fato de que, juntas, as pessoas podem, conseguem fazer. Para tanto é necessária apenas a ideia certa, no momento certo – bem como é essencial a atuação de um bom líder para executar a ideia. Posso afirmar que o cooperativismo precisa sempre de bandeiras e de grandes líderes”.

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