Com apenas 21 anos, a jovem já foi efetivada na cooperativa onde iniciou como Aprendiz.

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Todo jovem deseja independência e um emprego legal. Já foi o tempo em que trabalho era sinônimo de sacrifício. Atualmente, se procura satisfação e realização na atividade profissional. A Carla Daiane Modes Fiedler, 21 anos, de Santa Rosa, encontrou essa motivação no cooperativismo. A história dela recém começou a ser construída, mas já tem ótimos resultados.

Tudo começou com o aprendizado

Buscando adquirir conhecimento e entrar no mercado de trabalho, Carla resolveu participar do Programa Aprendiz Cooperativo, trabalhando na Coopermil. “Tive a oportunidade de conhecer os benefícios do Sistema Sescoop, que com eficiência e seriedade possui profissionais capacitados, que lecionaram durante o período de teoria sobre assuntos relevantes ao cooperativismo e à carreira profissional”, conta.

A jovem salienta que o Aprendiz Cooperativo foi a melhor forma que poderia ter para entrar no mercado de trabalho, por conta da capacitação profissional e pessoal que obteve no decorrer do programa. “Durante a parte teórica já estava fascinada pelo cooperativismo, e isso permaneceu até o fim do estágio prático, no departamento pessoal da cooperativa”, revela.

Entre os aprendizados no programa, ela destaca “as aulas práticas de atendimento ao cliente, as aulas dinâmicas de Informática, toda história e doutrina do Cooperativismo, além do primeiro contato que obtive com a área de departamento pessoal”.

O aprendizado não parou por aí

Ao finalizar o contrato no programa Aprendiz Cooperativo, Carla foi contratada pela Coopermil como assistente do Departamento Pessoal, além de ser acadêmica do Tecnólogo em Gestão de Cooperativas/Unijuí/Santa Rosa. “Quero terminar o tecnólogo, fazer a pós-graduação em Gestão de Pessoas e ingressar no Mestrado, para ter a oportunidade de lecionar na área do cooperativismo ou de Gestão de Pessoas”, explica.

A Carla e o cooperativismo

Para Carla, o cooperativismo é “uma organização que não tem como objetivo fins lucrativos, mas sim, agregar valor à comunidade e valorização dos funcionários, bem como, benefícios para os associados, que tem o direito de participar de suas deliberações e acompanhar os resultados, por meio das assembleias, e são donos da cooperativa, tendo direito à voz e voto”. Ela salienta que esse modelo de negócio é bem diferente de uma empresa privada “na qual você trabalha para alcançar os objetivos do dono, e muitas vezes é visto apenas como um mero funcionário”.

Quem quiser entrar no mundo do cooperativismo por meio do programa Aprendiz Cooperativo terá muito o que aprender com essa atividade. “Aproveite a oportunidade, dê o seu melhor em qualquer atividade a ser realizada, questione e adquira muito conhecimento e com certeza alcançarás bons resultados em toda caminhada profissional”, aconselha, Carla.

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