Ex-estudante da Escoop contou sua trajetória até se tornar controller de uma cooperativa

A Piá é uma cooperativa que fica em Nova Petrópolis. Exatamente onde Gisela Schaffer, 35 anos, viveu a sua infância. “Tudo girava em torno da Cooperativa, as visitas anuais da escola eram lá, era um enorme motivo de orgulho”, explica.
Ao completar 15 anos, Gisela foi estudar em Porto Alegre, onde trabalhou em multinacionais e empresas familiares. Mas ela revela que o desejo de fazer mais pela cidade onde cresceu esteve sempre presente.

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De volta para Nova Petrópolis

O acaso (ou seria coisa do destino?) fez com que Gisela visse um anúncio no jornal sobre uma vaga para o cargo de controller, justamente na cooperativa Piá. “Muitos diziam que era a minha cidade me puxando de volta”, conta.
Após o processo seletivo, ela foi uma das selecionadas e ingressou na cooperativa. Atualmente, já faz 7 anos que ela está na Piá! Alguns dos momentos mais marcantes em seu trabalho foram as reestruturações e a profissionalização com auditoria interna e externa.

Qualificação cooperativista
Na cooperativa, Gisela sempre buscou a qualificação. Motivada pelo desejo de saber mais sobre o cooperativismo e se atualizar no tema, ela chegou até a Escoop. “Terminei o mestrado acadêmico e a pós-graduação, que foram decisivas para o sucesso de muitos projetos”, afirma.
Ela destaca a qualidade de ensino e a possibilidade de networking que encontrou na Escoop como diferenciais da instituição. As disciplinas de finanças com o professor Eduardo Zdanowicz e a disciplina de gestão humana com o professor Fernando Dewes foram as mais proveitosas para Gisela.
Resumindo a sua experiência, ela conta que “a pós-graduação foi ótima, tivemos professores excelentes e a turma teve uma sinergia ímpar. Conheci pessoas fantásticas durante o ano e mais ainda na viagem à Alemanha, que fizemos em 2014, para entender algumas práticas do sistema cooperativista daquele país”.

O futuro nas cooperativas
Gisela tem como objetivo continuar o seu trabalho para que a Piá tenha sobras e sucesso de forma perene e crescente, pois, segundo ela, desta forma o crescimento profissional é sustentável. Assim como ela, cada vez mais jovens estão encontrando nas cooperativas uma alternativa de trabalho mais humana.
“No momento que a gente entende o que é uma cooperativa, as ambições de trabalhar para multinacionais onde nem sabemos quem são os donos, de tão pulverizada que é a estrutura, se vão”, salienta. O desenvolvimento econômico e social de cada região é fortemente influenciado pela ação das cooperativas locais. Para ela, saber disso é apaixonante: “desta forma podemos fazer um mundo melhor”.

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