No Rio Grande do Sul, o setor conta com 1,6 mil associados

    As cooperativas de mineração são muito importantes para o trabalho dos pequenos mineradores. Como a legalização da área para extração regular pode ser um processo longo e caro, elas são responsáveis por todo o procedimento junto aos órgãos federais para liberar as autorizações necessárias aos mineradores.

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A mineração influencia vários setores da economia e o desenvolvimento do país, com produções destinadas para a construção civil, agricultura, comércio de joalherias e artesanatos e indústria de telefonias e eletrônicos. As riquezas extraídas do solo, das minas e dos leitos dos rios são minérios como areia, argila, metais, ouro e pedras como ametista, diamante, esmeralda e quartzo.

A principal forma de atuação destas cooperativas é o regime de Permissão de Lavra Garimpeira (64%), que autoriza a extração a céu aberto e nos pés dos morros. Também é permitida a retirada em rios por meio de dragas.

No Brasil, existem 80 cooperativas com aproximadamente 74 mil associados e 239 empregos diretos. Duas delas ficam aqui no Rio Grande do Sul, com 1,6 mil associados e 7 empregados.

As mulheres estão em destaque no ramo: elas são 17% dos associados nas 33 cooperativas que responderam à pesquisa da Organização das Cooperativas Brasileiras. Em um setor predominantemente masculino, as mulheres estão envolvidas em todos os níveis da produção, desde o garimpo até o monitoramento da extração e organização da logística.

Para saber mais, acesse a pesquisa completa.

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