No Rio Grande do Sul, mais de 1,5 milhão de pessoas têm assistência através de cooperativas

      A primeira cooperativa de trabalho médico nasceu no Brasil, na década de 1960 e, por isso, o ramo cooperativo da Saúde pode ser considerado genuinamente brasileiro.

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    A iniciativa surgiu em Santos (SP) e se espalhou para o resto do país e do mundo. Até 1996, essas cooperativas estavam vinculadas ao ramo do Trabalho, mas pela sua singularidade, número e importância foi criado um ramo específico.

     Hoje, no Rio Grande do Sul, as cooperativas são responsáveis pela assistência de 1,5 milhão de pessoas. É como se toda a capital, Porto Alegre, confiasse nos atendimentos médico e odontológico dos profissionais associados. Com 21,3 mil associados divididos em 59 cooperativas, o ramo da Saúde é o terceiro maior do Estado.

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