A Assistente Social, que já foi gari na Cootravipa, conta a sua trajetória cooperativista.

Dizem que a necessidade é a mãe da criatividade. Pois no caso da Assistente Social Miriam Coiro, de 63 anos, a necessidade de estabilidade financeira evoluiu para uma próspera carreira dentro do cooperativismo. “Ingressei na Cootravipa em 1997. Era para eu ficar só algum tempo, até a situação financeira melhorar, e estou aqui desde essa data”, comenta.

Depois de trabalhar como gari, Miriam passou a trabalhar na cozinha e depois como auxiliar de serviços gerais. Após fazer vestibular para Serviço Social, na ULBRA, os gestores da cooperativa convidaram-na para trabalhar como auxiliar de médico do trabalho e, depois de graduada, ela assumiu o posto de Assistente Social.

Mas o momento de sua trajetória que ela lembra com mais emoção foi quando se formou como Tecnóloga em Gestão de Cooperativas na Escoop. Sobre o retorno que o curso trouxe para sua vida, ela comenta: “Veio somar na minha vida profissional. Cresci não só pelo conhecimento atingido, mas também como pessoa”.

Ao falar sobre a principal vantagem da Escoop em relação às outras faculdades, Miriam é categórica: “A Escoop é uma faculdade de credibilidade absoluta. Também o fato de oferecer a bolsa de estudos facilita muito para quem deseja conhecer esse sistema maravilhoso, e que está aí para ficar, que é o cooperativismo”.

Atualmente, Miriam faz pós-graduação na PUCRS na área de Políticas Públicas em Saúde Mental e Assistência Social, com auxílio do Sescoop e Sicredi.

Para Miriam, o cooperativismo não só é uma opção viável para os jovens, mas também uma alternativa transformadora para a sociedade: “Eu acredito que trabalhar em uma cooperativa é uma opção de trabalho para todos, porque é um modo de trabalho que proporciona crescimento e que oferece oportunidade de qualidade de vida para as pessoas”.

Quer saber mais sobre a Escoop? Visite o site e fique por dentro de tudo o que acontece na primeira faculdade de cooperativismo do Brasil.

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