foto-post-anderson

Anderson cursou MBA em Gestão Estratégica do Agronegócio e é gerente regional da Coagrisol

Geração de emprego, diminuição da pobreza, além de desenvolvimento econômico, social e ambiental: estes são alguns dos motivos que Anderson Joanella elenca pelos quais o cooperativismo é uma boa alternativa. Apesar de ainda jovem, com 28 anos, ele já tem uma caminhada dentro dessa área. O morador de Mormaço/RS formou-se como Técnico em Agropecuária na Escola Agrotécnica Federal de Sertão (EAFS): “Desde então o agronegócio me chamou muito a atenção e me direcionou para este lado. A minha trajetória e as oportunidades que estou recebendo se devem muito a EAFS e seu corpo docente”.

O início no cooperativismo

Com apenas 17 anos de idade, Anderson entrou na cooperativa agroindustrial Coagrisol. “Fui para Mato Grosso, em Campo Novo do Parecis, realizar meu estágio após concluir o técnico. Fiquei 6 meses no estágio e fui convidado a trabalhar efetivamente na fazenda; trabalhei ao total 2 anos como técnico agrícola”, conta.
Após esse período, ele retornou para o Rio Grande do Sul, onde realizou o curso de Administração de Empresas pela Universidade de Passo Fundo (UPF). “Fiz uma seleção na Coagrisol para atuar como técnico e fui efetivado para trabalhar em minha cidade na qual facilitariam os estudos”, explica. Desde então, Anderson só cresceu dentro do cooperativismo: foi Supervisor de Unidade no entreposto de Casca, tornou-se Coordenador Regional de quatro unidades e, atualmente, é Gerente Regional da Coagrisol, atuando em nove unidades. “Atividade que muito me identifico, me orgulho e cada dia mais me comprometo em ser um profissional proativo e alavancar o nosso cooperativismo”, salienta.

A experiência na Escoop

Anderson entrou na Escoop para fazer um MBA em Gestão Estratégica do Agronegócio. Para ele, as principais vantagens da instituição de ensino são: “Faculdade com origens no cooperativismo, professores renomados e de alto grau de conhecimento e formação, com relação ao curso que eu realizei”. Além disso, o jovem ressalta o intercâmbio para Alemanha, feito durante os estudos na Escoop: “Foi ótimo para conhecer as realidades das cooperativas alemãs que contribuiu significativamente para meu conhecimento e abriu um leque amplo em buscar cada vez mais o aperfeiçoamento”.
Quanto ao trabalho, Anderson salienta que o preço, apenas, já não é suficiente para manter a competitividade nas empresas: “É preciso repensar além deste, questões como melhoria da qualidade e dos processos internos e aprimoramentos contínuos em prol de maior eficiência e eficácia aliadas à rentabilidade do nosso associado e da nossa cooperativa”. Por isso, ele considera valioso o conhecimento adquirido na Escoop.

 Cooperativismo para as novas gerações

Para Anderson, o cooperativismo é uma opção profissional muito viável entre os jovens: “É uma associação de pessoas que se unem, voluntariamente em prol de um objetivo onde a cultura estabelecida é baseada na solidariedade, confiança e na ação coletiva, fatores dos quais enfrentamos problemas nos dias de hoje”. O jovem destaca a importância do trabalho cooperativo para o mundo. “Nosso papel está diretamente inserido neste contexto, o que torna o trabalho rentável e gratificante”, finaliza.

Compartilhe: