Com constante desenvolvimento em diversos ambientes da sociedade,
o agronegócio projeta o seu futuro através do perfil de suas lideranças.

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Em 2015, a Organização das Nações Unidas (ONU) estipulou 17 objetivos para o desenvolvimento sustentável da sociedade.

Essas ações buscam conduzir a população para um futuro em que são desenvolvidas competências em diversas esferas, como de liderança, de proteção aos seus bens, pacificadoras e em prol das metas. Sendo assim, os objetivos moldados pela ONU atingem setores de diferentes segmentos da sociedade.

Dentre estes, cabe destacar três, que possuem um viés social: a proteção e recuperação dos bens, como a terra, a agricultura e o ecossistema de maneira geral; a paz nas sociedades, promovendo, cada vez mais, justiça e igualdade; e, por fim, o fomento a parcerias, com o intuito de alcançar metas, gerando um desenvolvimento sustentável para todos.

E esse cenário no Brasil?

Seguindo este roteiro, o Brasil busca chegar, até 2030, ao panorama de plataforma mundial de segurança alimentar e de sustentabilidade. Mas como essa tarefa será realizada? Que princípio será a base para a construção, dia após dia, desse novo cenário?

Em uma conferência com líderes executivos do mundo todo, realizada no Instituto Europeu de Administração de Empresas em Fontainebleau/França, concluiu-se que as mudanças contemporâneas são gigantescas. Também foi constatado que líderes, através de suas ações, possuem a capacidade de transformar situações adversas, além do seu potencial criativo e empreendedor.

Líderes no Cooperativismo do Agronegócio

No ramo do agronegócio brasileiro, líderes visionários, como Cirne Lima, idealizador da Embrapa, abriram portas nunca antes imaginadas dentro do cooperativismo. Esse caminho logo seria seguido por outros nomes.

Porém, durante esse percurso, o cooperativismo e suas características, assim como outros eixos que preenchem os 17 objetivos traçados pela ONU, sofreram transformações devido à evolução social e organizacional.

O futuro deixou de ser resultado do presente. Agora, o presente vira o resultado do futuro. Para tanto, nasce um novo perfil, a partir da necessidade de mudança e de liderança.

E quais ações são necessárias, neste novo contexto, para que as metas, dentro do agronegócio, sejam alcançadas até 2030? Segundo a ONU, este novo líder deverá criar políticas rentáveis capazes de abranger a todos, rompendo diferenças e criando oportunidades. Isso vale em todos os cantos de cada elo de cada cadeia produtiva de todo agronegócio, gerando mais produção, pesquisa e distribuição.

Hoje, são cerca de 3 milhões de cooperativas no mundo; já em 2030, poderemos ser o dobro. Ou, quem sabe, até mais. Para isso, nossos líderes deverão ser preparados desde cedo para a função.

Esses serão responsáveis pela educação da sociedade, tanto na sua nutrição e saúde como contra o desperdício, ao lado da capacitação dos novos produtores e produtoras rurais. O ano de 2030 será aquilo que nossas lideranças conseguirem realizar, conscientes da vital coordenação de cadeias produtivas, acima de cada um dos seus elos. Esse será o novo conceito de agronegócio.

Você conhece o Aprendiz Cooperativo?

O Programa Aprendiz Cooperativo, através do Sescoop/RS, dá a jovens que possuem entre 14 e 24 anos de idade a primeira oportunidade profissional em mais de 100 cooperativas parceiras do projeto espalhadas por todo o Estado.

Os estudantes, durante um ano e meio, recebem conhecimentos sobre cooperativismo e funções internas que são realizadas diariamente. Além disso, o curso projeta os novos profissionais a partir dos princípios de liderança, igualdade, solidariedade, honestidade e transparência, para que as cooperativas mantenham uma linha de profissionais equivalentes em todas as funções exercidas. Ficou interessado nesta oportunidade?

No site você fica sabendo quais cooperativas participam do projeto e estão mais perto de você.

Fonte: http://www.portalklff.com.br/

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