Marcelo, 27 anos, deixou o emprego numa grande empresa metalúrgica pra trabalhar na propriedade da família, que produz leite e presta serviço de inseminação à cooperativa.


Em 10 de abril de 1912, a Santa Clara foi fundada por 31 pequenos agricultores de uma região que hoje pertence a Carlos Barbosa-RS. Um século depois, Marcelo Riva, 27 anos, faz parte da geração que está construindo o futuro da mais antiga cooperativa de laticínios em atividade do Brasil.

Marcelo participa dessa história desde 1998, quando seu pai se associou à Santa Clara. Mas esteve longe dela por um tempo. Na adolescência, passou três anos estudando num seminário em Caxias do Sul. Depois disso, desacostumado com a vida rural, resolveu trabalhar em uma grande empresa metalúrgica da região. Mas não gostou. Decidiu voltar pro campo e tentar se readaptar.

A propriedade da família fornece leite e presta serviço de inseminação à cooperativa hoje centenária. Marcelo faz de tudo um pouco: trata os animais, faz a limpeza do confinamento, ordenha, e por aí vai. A rotina não é fácil. Tem que madrugar e passar o dia em função da terra e do gado. “Quando chega o final de semana se sente um pouco de saudades de estar trabalhando fora, mas a minha vida onde estou é muito melhor.”

O rapaz não só se readaptou como não se arrependeu. “A Santa Clara sempre foi um braço direito pra nós, ela está presente em tudo: nos dá assistência técnica e veterinária, fornece plano de saúde, mercado agropecuário muito completo, supermercado, farmácia, fábrica de rações… O que eu vou querer mais?

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