Um dos pilares do Cooperativismo é prestar um serviço que seja produtivo para a sociedade como um todo. Missão que as cooperativas sociais fazem. E muito bem!

De um modo geral, as cooperativas sociais podem ser comparadas às empresas sociais, já que ambas são focadas na assistência social e a inclusão de pessoas em situação de desvantagem. Contudo, as cooperativas, além do viés humanitário, também mantém os princípios do cooperativismo em seu DNA, como um diferencial para alcançar um resultado ainda mais satisfatório coletivamente.

Esse ramo de cooperativismo surgiu na Europa, nas décadas de 70 e 80, em países como a França, Espanha, Portugal e, principalmente, Itália. Na América Latina, pode-se citar como iniciativas destacadas nessa área as surgidas na Colômbia, Argentina, Chile e Brasil. Elas podem atuar de duas maneiras: o primeiro tipo, mais conhecido como Tipo A, se propõe a promover a assistência social aos indivíduos em desvantagem socioeconômica, enquanto que as cooperativas do Tipo B buscam a inclusão dessas pessoas no mercado de trabalho, assim como a sua reinserção social.

Em abril, o Geração Cooperação visitou a Coopersocial, a Cooperativa de Produção e Prestação de Serviços Sociais de Porto Alegre. A Coopersocial pode ser considerada como uma do Tipo B, pois atua na inserção, tanto social como econômica, de alguns de seus cooperativados, portadores de necessidades especiais. Nessa visita, pudemos observar de perto como funciona uma cooperativa social, conhecendo os produtos que eles desenvolvem, a rotina diária das pessoas envolvidas e as dificuldades que fazem parte da manutenção desse ramo de cooperativa. Caso você ainda não tenha visto o vídeo, dá uma conferida no link abaixo:

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