Vamos relembrar os cases de empresas colaborativas que a Camila Luconi nos trouxe nessa temporada do Fala Ae, Geração?

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E aí, assistiu aos quatro episódios dessa segunda temporada da nossa web-série Fala Ae, Geração?

A Camila Luconi mandou muito bem, né? Ela deu muita dica legal e falou de alguns cases superbacanas de iniciativas colaborativas, sustentáveis e que causam impactos positivos nas comunidades onde estão instaladas e, por consequência, no mundo!

Vamos relembrar quais foram esses cases que a Camila falou no Fala Ae?

No primeiro episódio

No primeiro episódio dessa segunda temporada do Fala Ae, a Camila abordou a importância da criatividade como uma habilidade que nunca vai ser descartável no mercado de trabalho.

Up & Go

Para ilustrar como a criatividade está presente em todas as áreas de trabalho, ela apresentou a forma criativa como a cooperativa de serviços domésticos Up & Go, de Nova York (EUA), se apresentou no mercado, uma plataforma colaborativa feita para pessoas que trabalham de maneira autônoma, como trabalhadores domésticos.

A Up & Go fornece todos os serviços através dos membros da cooperativa, que também são coproprietários da plataforma.

Justa Trama

No mesmo episódio, a Camila falou da importância de ter um propósito, fazer algo que acredita, como forma de se destacar no mundo do trabalho. Aí ela deu o exemplo da Justa Trama, uma proposta cooperativa super do bem, que funciona como uma rede composta por cinco organizações, em cinco estados do Brasil.

Cada uma é responsável por uma etapa da produção, desde a plantação e colheita do algodão até a confecção das roupas. Na Justa Trama, os empreendimentos que fazem parte da cadeia produtiva trabalham nos preceitos da economia solidária e do comércio justo, envolvendo cerca de 600 trabalhadores.

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No segundo episódio

No segundo episódio da segunda temporada do Fala Ae, Geração, olha os cases que a Camila trouxe para a gente se inspirar!

Bem-Startup

No episódio, a Camila falava da importância de empreender, seja no mundo dos negócios, seja no seu próprio emprego (intraempreendedorismo), e falou das startups como modelo de empreendedorismo que vem ganhando espaço atualmente.

Aí ela citou o exemplo da Bem-Startup, uma iniciativa da cooperativa Unimed Poa em conjunto com a aceleradora de startups Grow+, um projeto de financiamento para ideias que tragam soluções tecnológicas na área da saúde, investindo mais de 2 milhões de reais nas propostas.

Cooperativismo

Ah, mas cooperativismo não é um case, Geração!

Sim, isso mesmo. O cooperativismo não é um case, mas sim um modelo de negócios. No segundo episódio, a Camila mencionou o cooperativismo como maneira de você trabalhar com inovação ao mesmo tempo que mobiliza pessoas, para quem acredita na importância do impacto social do seu trabalho.

Através do cooperativismo, é possível empreender se conectando com uma galera que tem esse mesmo sentimento que você para fazer um negócio acontecer. Cooperando, você atua em um negócio de impacto social, sustentável e rentável, ou seja, um negócio que faz a diferença no mundo. Através da cooperação, as iniciativas desse tipo são uma grande promessa, tanto para o mercado atual como para os próximos anos.

No terceiro episódio

No terceiro episódio da segunda temporada do Fala Ae, Geração, a Camila falou sobre empresas sustentáveis. Ela listou exemplos de empresas que fazem a sua parte para a construção de um mundo melhor.

Guayaki

Com relação à sustentabilidade ambiental, existe a Guayaki, uma empresa norte-americana com sede na Califórnia que produz erva-mate orgânica e bebidas derivadas da erva.

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Eles tinham dificuldade de conseguir a matéria-prima porque a Mata Atlântica brasileira, onde a empresa busca sua erva-mate, está praticamente acabada. Para conseguir, eles tiveram que regenerar a floresta, e assumiram a missão declarada de “administrar e restaurar 200.000 acres de floresta tropical e criar mais de mil empregos remunerados até 2020” na Mata Atlântica através de seu próprio modelo de “Restauração Orientada ao Mercado”.

Assim, além de meta de vendas, eles têm meta de crescimento de floresta. Um produto bom para as pessoas, para o meio ambiente e para o negócio.

No quarto episódio

No quarto e último (Ahhhhhhhhh….) episódio da segunda temporada do Fala Ae, Geração, a Camila falou sobre economia do compartilhamento, uma forma de unir inovação, impacto social e colaboração. Aí ela citou esses exemplos. Confere aí:

Tem Açúcar

A Tem Açúcar é uma startup brasileira baseada na lógica de redistribuição e reaproveitamento de recursos.

Ela estimula a colaboração, a camaradagem e o senso de comunidade oferecendo uma plataforma gratuita, na qual vizinhos podem se emprestar ferramentas e outras coisas que não necessitam ser compradas por todas as pessoas do mundo, como uma furadeira, por exemplo.

Essa é uma ótima maneira de economizar dinheiro e agir de modo sustentável, afinal, todo bem que é produzido gera um impacto socioambiental que muitas vezes não vemos, como extração de recursos naturais, gastos com energia na produção e transporte, mão de obra escrava muitas das vezes, e, por final, o descarte, que sabemos que ainda não é feito de maneira ideal.

Então, por que comprar se você pode compartilhar, não é mesmo?

Fairbnb

Não, não erramos a grafia. É Fairbnb mesmo. Sei que você pensou de cara no Airbnb, famosa plataforma mundial de locação de quartos e imóveis inteiros como forma de garantir uma renda extra ao ofertar para a galera opções de hospedagem mais barata que hotéis.

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Assim como a “irmã” famosa, a startup Fairbnb é uma cooperativa que também disponibiliza esse tipo de serviço, porém, de uma maneira colaborativa, ou seja, o dono da plataforma é a própria pessoa que aluga a sua casa, não tendo um terceiro lucrando em cima. Inicialmente, o movimento surgiu em Veneza (Itália), Amsterdã (Holanda) e Bolonha (Itália), mas logo outros grupos de toda a Europa se juntaram ao debate e ajudaram a moldar o modelo final do negócio.

No final de 2018, foi criada a cooperativa para servir como entidade legal por trás do projeto, uma organização aberta e democrática que prioriza as pessoas, e não o lucro.

E aí, Geração, gostaram desses cases que a Camila Luconi nos trouxe nessa segunda temporada do Fala Ae, Geração? Conhecem outras iniciativas semelhantes?

Comenta aí com a gente que a gente vai adorar se aprofundar no assunto e, quem sabe, sua dica não vira artigo aqui no blog do GC, hein?

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