O ramo Especial e Social abre o mercado de trabalho para grupos vulneráveis

    A inclusão social é palavra-chave para as cooperativas do ramo Especial e Social. Elas abrem possibilidades no mercado de trabalho para grupos que costumam ter dificuldades para se inserirem, como pessoas com deficiência, egressos do sistema prisional e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

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No Rio Grande do Sul, contamos com duas cooperativas desse tipo que possuem 177 associados. A Coopersocial produz e comercializa fraldas geriátricas e sacos para lixo, além de prestar serviços de montagem de materiais e peças industriais. A Cooperativa CrêSer faz oficinas de padaria, papelaria e horta e vende os produtos em uma loja própria. Além da importância socioeconômica, as atividades têm caráter terapêutico.

Como os sócios precisam de tutela, a cooperativa é administrada por um grupo de voluntários que organizam as atividades, jornadas, horários e instalações de acordo com as necessidades coletivas e individuais. Para aumentar a produtividade e a independência dos associados, programas de treinamento são constantemente promovidos nas cooperativas.

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