O índice de Felicidade do Cooperativismo deverá ser implementado em breve.

Cansado de ouvir críticas sobre o baixo crescimento econômico do seu país, há 43 anos o rei do Butão formulou uma métrica que calcula o desenvolvimento da nação através da satisfação dos seus habitantes: o índice da Felicidade Interna Bruta (FIB). Avesso ao Produto Interno Bruto (PIB), o conceito criado por Jigme Singye Wangchuck sugere que a economia esteja relacionada à cultura do país.

Inspirado na ideia asiática, o Sistema OCB criou o índice de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC). A iniciativa visa mensurar o bem-estar e a qualidade de vida dos funcionários e associados do setor, assim como seus familiares.

O índice foi formulado pelos integrantes do Comitê Nacional de Promoção Social, composto por representantes das unidades estaduais do Sescoop, e inclui nove dimensões: bem-estar psicológico, padrão de vida, educação, saúde, meio ambiente, cultura, governança, uso do tempo e vitalidade comunitária.

O indicador deverá ser implementado nas cooperativas brasileiras em breve. Por enquanto, o programa, em fase de aplicação piloto, está sendo executado em três cooperativas no Paraná, duas em São Paulo, duas no Amazonas, duas em Minas Gerais e uma no Pará.

 

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