Fizemos algumas comparações que mostram o impacto do cooperativismo no RS.

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O Sistema Ocergs-Sescoop/RS lançou no mês de julho a nova edição da Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2019. Essa publicação traz todos os números do impacto das cooperativas na economia do Rio Grande do Sul.

Nós, do Geração Cooperação, mergulhamos nesses números para traduzir para galera o que significam se fossem traduzidos, digamos, para a nossa realidade. Dá um confere!

A maior torcida do Rio Grande

Em todo o Rio Grande do Sul, são 2,9 milhões de associados a cooperativas de todos os ramos. Se considerarmos que o Rio Grande do Sul possui pouco mais de 11 milhões de habitantes, isso significa que a cada quatro gaúchos, mais de um é cooperativista.

É cooperativista para encher o Beira-Rio (capacidade oficial de 50.128 pessoas) e a Arena do Grêmio (capacidade oficial de 60.540 pessoas), juntos, 26 vezes!

Sooooouuuuu Cooperativismo eôôô, cooperativismo eôôô, cooperativismo eôôô ôôôôôôôô!

Tá com fome de coxinha?

O desempenho do cooperativismo gaúcho se reflete no crescente aumento do faturamento, que, em 2018, chegou a R$ 48,2 bilhões. É como se as cooperativas gaúchas tivessem faturado mais de R$ 132 milhões por dia ou R$ 5,5 milhões por hora.

Se as cooperativas faturassem em coxinhas e não em reais, seria o equivalente a 220 mil centos de coxinhas de aniversário por hora.

Já pensou? Prefere croquete?

Coxinha vai bem com refrigerante!

Você sabe que cooperativas não geram lucros, mas sim sobras, não é mesmo?

As sobras são o lucro da cooperativa decorrente das atividades de cada um de seus associados.

Embora as cooperativas sejam empresas não lucrativas quando se toma como referência o capital, com relação ao conjunto dos associados ela deve ser lucrativa, e as sobras são destinadas ao quadro social, proporcionalmente à participação de cada associado.

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Pois as cooperativas gaúchas geraram, em 2018, R$ 2,1 bilhões em sobras para os associados, o equivalente a R$ 5,7 milhões por dia, R$ 239.726 por hora.

Isso daria para comprar 104 mil litros de refrigerante por hora!

Quem nunca sonhou em ter uma piscina de amoeba?

A solidez do sistema cooperativista pode ser evidenciada pela evolução do seu Patrimônio Líquido, que alcançou R$ 15,8 bilhões em 2018, o que mostra as boas práticas de gestão nas cooperativas gaúchas.

Se o patrimônio líquido das cooperativas gaúchas fosse calculado em amoebas e não em reais, teríamos um patrimônio equivalente a 2 bilhões e 430 milhões de amoebas, o suficiente para fazer uma geleca gigante!

Decreto: Doritos na merenda escolar!

As cooperativas gaúchas geraram ao Estado R$ 1,7 bilhão em impostos no ano de 2018, o equivalente a R$ 4,6 milhões por dia em renda gerada, seja aos Municípios, ao Estado do Rio Grande do Sul ou à União Federal.

Com o dinheiro que o cooperativismo gera, os governos poderiam comprar mais de um milhão de pacotes de salgadinhos Doritos por dia!

Viu só? É muito número legal que o cooperativismo gera!

E o que é melhor: não são apenas números, mas sim pessoas, comunidade e municípios inteiros impactados positivamente pelo cooperativismo.

Se você quiser ver todos os números do cooperativismo gaúcho, acesse a Expressão do Cooperativismo Gaúcho.

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