Fala Geração!!! Como vocês estão?? Dessa vez nossa conversa é um pouco mais séria. Hoje nosso papo é sobre Consciência Negra.

Então, vamos começar… Lá em maio, o mundo se chocou com mais um caso absurdo de racismo: o assassinato de George Floyd, nos Estados Unidos. Floyd morreu depois que um policial ajoelhou-se no pescoço dele durante oito minutos e quarenta e seis segundos, após ele dizer repetidamente que não conseguia respirar.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      Fonte: Christ Communitykc

A segregação racial e o racismo nos Estados Unidos são tão históricos, marcantes e cruéis que vários casos ficaram famosos pelo mundo ao longo de muitos anos, como o do Eric Garner (que também não conseguia respirar), o de Trayvon Martin, cujos protestos sobre a morte lançaram o movimento BLACK LIVES MATTER, além dos que ficaram famosos pela luta dos movimentos negros como Rosa Parks, que se cansou de sempre ceder,  Martin Luther King Jr., que tinha um sonho,  e Malcolm X, que não tinha mais o que perder.

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                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          Fonte: Educa mais Brasil

“Se todas as vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.” Angela Davis

                                                                                                                                                                                                                                                                                               Fonte: Pinterest

E Nelson Mandela, na África do Sul, passou anos na prisão pelas suas convicções antes de virar Presidente e receber um Nobel da Paz. Ellen Johnson Sirleaf, da Libéria, seguiu os mesmos passos do Mandela. Wangari Muta Maathai, do Quênia, iniciou o movimento Cinturão Verde Pan-Africano (que plantou mais de 30 milhões de árvores!)… Todos aqui merecem uma busca especial no Google!

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Mas será mesmo que precisamos ir pra outro país pra falar sobre preconceito racial? Como o Brasil está tratando deste assunto?

Nosso país tem a história manchada de sangue negro por ter sido (ser?) um país racista e escravocrata. Conhecer a história de pessoas que lutaram contra isso, como Zumbi dos PalmaresAbdias do Nascimento, Laudelina de Campos Melo  e Marielle Franco, ajudam a gente a entender como tamanho preconceito ainda persiste em nossas vidas, e por que ele deve ser combatido sempre, por todos nós.

Até mesmo Luiz Gama, Machado de Assis, Grande Otelo, Pixinguinha, Milton Santos, Sueli Carneiro, Hilária Batista de Almeida… São tantos nomes, é tanta gente importante que escreveu capítulos inteiros na história brasileira que nem conseguimos homenagear todos aqui!

Mas, afinal, se a gente SABE da importância dessa galera, se a gente DIZ que não é racista, se a gente AFIRMA que o mundo está mais inclusivo, como explicar o que aconteceu com João Beto, em pleno novembro de 2020, em um estacionamento de supermercado da capital gaúcha, um dia antes do Dia da Consciência Negra?

O que fazer, afinal?

A luta pelo fim do racismo precisa ser reconhecida e respeitada por TODOS NÓS. A Escoop, em seu evento anual do Dia da Consciência Negra, convidou uma galera impressionante pra falar sobre este assunto. A poesia da Agnes Cardoso, que aperta nossos corações com sua verdade, e as palavras da Eliete Costa, sobre os estereótipos irracionais do preconceito de cor, aproximam e emocionam qualquer um de nós. Entender como o racismo é real na vida e no dia a dia nos negros, como a sociedade carrega em si um “racismo velado” e como ele afeta a vida das pessoas diariamente e o tempo todo é o mínimo que temos que fazer para que possamos mudar essa realidade, mudar os hábitos e a cultura brasileira, nos unir TODOS nesta luta!

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ASSISTA AQUI o evento da Escoop!

Mas afinal o que o cooperativismo tem a ver com isso tudo?

Pois é, Geração… A gente sempre fala de Cooperativismo aqui, mas dessa vez, nosso foco foi cooperar em uma luta maior! Desde sua origem, o Cooperativismo é inclusivo e busca combater as desigualdades. Então, vamos nos conscientizar que essa desigualdade racial não vai acabar enquanto cada um de nós não nos unirmos a esta causa! E pra encerrar nosso papo, vamos repetir algumas palavras lá de março, com algumas adaptações:

Nós, do Geração Cooperação, acreditamos num mundo melhor e mais justo. E sabemos que, para que isso aconteça, as ações devem partir da gente, sem esperar que outro alguém faça isso por nós. Atualmente, o ambiente das cooperativas ainda tem uma grande diferença no número de homens e mulheres NEGROS nas equipes e em cargos de liderança… Sabemos que a POPULAÇÃO NEGRA é quase metade da população brasileira, mas quantos deles estão na sua cooperativa???

Ou seja, cabe à nossa Geração mudar isso, e transformar as cooperativas em exemplo! Cada um de nós deve manter em mente que não é A COR DA PELE que muda o que a gente faz ou acredita. Caráter não tem a ver com COR!

Por isso, por um mundo melhor, #tamojunto, Geração!

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