Você sabia que no último dia 30 de junho foi o dia das redes sociais? Para comemorar a data, decidimos criar um post especial. 


Uma provocação pra que você, seus colegas, amigos, todos voltem suas atenções para nossos hábitos nas redes sociais e a gente imagine juntos uma internet onde os princípios do cooperativismo estejam sempre presentes. Então prepare-se, pois este é um artigo diferente: é um exercício de imaginação.

Já imaginou como seriam as redes sociais se seguissem os princípios do cooperativismo?

 

Você pode se basear na realidade atual das redes sociais ou não. Pode pensar no todo ou em detalhes. O importante é soltar a imaginação. Aí vão algumas perguntas que a gente pensou.

E se o Google e a Wikipedia se unissem em uma campanha de conscientização contras as fake news e criassem um algoritmo para bloquear notícias sem fontes confiáveis, dando um exemplo de intercooperação?

E se os usuários fossem donos do Facebook e as pessoas pudessem votar democraticamente para as mudanças que acontecem na plataforma, que tantas vezes gostariam de contestar?

E se os princípios do cooperativismo estivessem presentes desde o início das redes sociais democráticas, o que teria se popularizado mais: as selfies individuais ou em grupo? (COOPIES talvez fosse um nome interessante para “selfies em grupo” nessa internet mais cooperativa, você não acha?)

E se o Facebook criasse um algoritmo especial para repercutir em dobro postagens baseadas na preservação dos direitos individuais, na honestidade e na solidariedade entre as pessoas e os povos?

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E se cada clique, leitura completa ou compartilhamento de posts sobre defesa do meio ambiente gerasse microdoações para organizações sem fins lucrativos voltadas para esse fim?

E se no Instagram, no Whatsapp, no Twitter, por toda a rede, posts sugerindo soluções para problemas das comunidades, sociedades e países recebessem incentivos e repostagem grátis e automática? Não seria a demonstração clara de estarem trabalhando pelo desenvolvimento sustentável de suas comunidades?

E se a gente utilizasse o recurso do Equity Crowdfunding para adquirir um competente e promissor site de informação e transformá-lo em cooperativa?

E se aquela sua amiga ficasse com autoestima elevada demais ao se descobrir sócia do Facebook, por exemplo?

 

Mas, falando sério:

Brincadeiras à parte, realmente pode ser difícil imaginar organizações como Google, Facebook, Instagram, Youtube e tantas outras regidas pelos princípios do cooperativismo. Mas não há como negar: tem muita gente pensando em maneiras de colocar espaços mais democráticos no ambiente da rede.

O fato de ser quase impossível transformar uma grande corporação em um espaço aberto e democrático não quer dizer que seja impossível a criação de novos espaços com essas características.

O desafio é pensar em maneiras de viabilizar e incentivar o surgimento dessas novas plataformas cooperativas, como as redes sociais democráticas. É adaptar para o mundo digital formas de financiamento especialmente desenvolvidas para o setor cooperativo.

Se você gostou deste post, envie seu comentário, compartilhe com os amigos. Incentive as iniciativas do cooperativismo no mundo digital. E se essas ideias começarem a ganhar força?

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